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15/05/2017  às 10hs10 - Atualizado em 15/05/2017  às 10hs34

Servidores públicos de Orleans discutem proposta de reajuste salarial na quarta-feira

Foto: Stephanie Piava | Arquivo/Ligado No Sul

Foto: Stephanie Piava | Arquivo/Ligado No Sul

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Braço do Norte e Região (Siscob) realiza na quarta-feira, dia 17, na sede da Câmara de Vereadores, a partir das 19h, assembleia para discutir a proposta de reajuste salarial e outras demandas da classe apresentadas pelo prefeito de Orleans, Jorge Koch. Sem revelar números, o presidente do Siscob, Wilson Althoff adiantou, em entrevista por telefone à Rádio Guarujá na manhã desta segunda-feira, dia 15, que a sugestão ficou próxima do almejado pela categoria.

“Houve diferença no valor do vale-alimentação, que será significante e pago, e do reajuste salarial, havendo ganho real. Só não gostaria de adiantar o que houve na pauta para que seja discutido em assembleia”, afirmou Althoff, durante o programa Guarujá Notícias | 1ª Edição.

Até chegarem a um consenso, porém, muitos pontos de choque entre as duas partes. No último dia 30 de março, os servidores aprovaram, em assembleia, 14 itens a serem encaminhados a Koch. Entretanto, a primeira contraproposta do executivo não agradou o sindicato. “A comissão, analisando a proposta, achou ela esdrúxula, muito aquém do que tínhamos reivindicado. A comissão, inclusive, suspendeu uma assembleia marcada para conversar com o prefeito”, revelou Althoff.

O encontro definitivo foi realizado no gabinete de Koch na última sexta-feira, dia 12. Além do prefeito, esteve presente o vice-prefeito Mário Coan, que ouviram as demandas dos servidores, que compareceram de forma numerosa a reunião. “Em quase uma hora de conversa, houve alteração e agora levaremos para assembleia na quarta-feira”, relatou o presidente do Siscob.

Althoff ainda externou descontentamento com pessoas que criticam demasiadamente os resultados obtidos sem sequer participar das atividades. “Alguns servidores ficam depois comentando, mas não participam de nada, nem da assembleia, nem das reuniões com o prefeito, ficam só esperando que tudo venha de mão beijada. Quando não acontece o desejado, ficam criticando. Eles têm de parar com essa ‘bobiça’ e participar da discussão com o prefeito. É muito fácil criticar sem participar”, reclamou o presidente.

Ouça abaixo a entrevista completa:

Eduardo Madeira