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17/05/2017  às 14hs08

Secretário Vampiro quer resolver desapropriações da Serra do Corvo Branco para concluir obra até 2018

Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Foto: Julio Cavalheiro/Secom

A Secretaria de Estado da Infraestrutura visa tomar medidas mais enérgicas quanto a situação da obra de pavimentação na Serra do Corvo Branco, em Grão-Pará, para conclui-la até 2018. O assunto ganhou ênfase durante reunião convocada pelo secretário Luiz Fernando Cardoso, o Vampiro, que foi realizada nesta semana, na sede do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), em Florianópolis e envolveu também o secretário Regional de Criciúma, João Fabris; o gerente Regional do Deinfra, Lourival Pizzolo; presidente do Deinfra, Wanderley Agostini; e assessoria jurídica.

Em entrevista por telefone à Rádio Guarujá na manhã desta quarta-feira, dia 17, Vampiro demonstrou preocupação especialmente quanto as desapropriações e disse que ações precisam ser desenvolvidas para que os trabalhos andem. “Na Serra do Corvo Branco, se não tomarmos nenhuma medida mais enérgica nesse sentido, no fim de maio não tem mais trecho para trabalhar em virtude desses impeditivos. É por isso que nos preocupamos, fizemos uma reunião para no fim do mês encontrarmos outra realidade”, afirmou Vampiro, durante o programa Guarujá Notícias | 1ª Edição.

O secretário revelou que, em todo o estado, somente de ordem financeira, existem mais de R$ 300 milhões de desapropriações em obras que o governo precisa executar. “Em obras de padrões diferenciados, como essa, tem-se valor significativo de desapropriação. O que trabalhamos não é nem valor, porque ele está separado, mas trabalhamos no lado administrativo e judicial. Pretendemos atacar de forma intensa para que possamos cumprir essa primeira etapa, que é o lote do pé da serra, e possamos concluir a obra por inteiro em 2018”, projetou Vampiro.

No mês de março, o gerente de Políticas Socioeconômicas, Rurais e Urbanas da Agência de Desenvolvimento Regional de Braço do Norte, Amilton Ascari havia relatado esse empecilho à Rádio Guarujá e citou quatro pontos entre Grão-Pará e Aiurê como principais complicações.

Exército descartado

Em contrapartida, Vampiro descartou qualquer possibilidade de o exército assumir a obra, situação essa que fora cogitada pelo governador Raimundo Colombo. “O exército tem capacidade de execução de serviços totalmente tomada, devido a uma retomada de uma ordem de serviço na ligação entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina pela serra, então, foram depositados R$ 6 milhões para que o exército retomasse as obras. Ou seja, eles não possuem uma grande equipe para sair contratando. A equipe é específica que tem um limitador de serviço. Diante desse fato, foi totalmente descartado”, explicou.

Vampiro disse que o Governo do Estado continuará tratando do local. “Nós estamos vendo como vamos relançar essa licitação para a continuidade das obras, especialmente no segundo trecho”, finalizou.

 Ouça abaixo a entrevista completa:

Eduardo Madeira